Ser UM ou ser DOIS?

Num relacionamento amoroso é comum que as pessoas tenham crenças que limitam e atrapalham a fluidez da relação.

Entre elas está a ideia de que para estarmos em união amorosa devemos ser um ser único, duas metades que se encontraram e se complementam. Essa ideia rompe com a questão da saúde mental individual e cria obstáculos para um relacionamento saudável e consistente, pois impede a individualidade e a possibilidade de convivermos com as diferenças que enriquecem as relações.

Relacionar-se com o outro é respeitar suas condições emocionais, intelectuais e culturais e conviver com elas, considerando um entrelaçamento de dois indivíduos diferentes que têm afeto um pelo outro, mas que possuem desejos e aspirações independentes da relação a dois.

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Um relacionamento com respeito a individualidade torna-se mais rico e prazeroso, pois possibilita um encontro de duas pessoas e não um encaixe perfeito e ilusório.

Encontrar-se com afeto não é fácil, é desafiador e trabalhoso mesmo para casais que se amam e querem ficar juntos. Porém, é através do respeito a individualidade e das diferenças que se cria uma relação única e verdadeira, sem a possibilidade de sufocamento de uma das partes, ou de ambas.

Conhecer e amar a si mesmo é o primeiro passo para a possibilidade de conhecer e amar o outro e construir um relacionamento verdadeiro e sólido.

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